A dinâmica evolutiva das inovações tecnológicas impõe ao mundo contemporâneo novas possibilidades de interação e percepção da realidade, que interferem diretamente no processo de comunicação. À medida que se popularizam, os recursos digitais de telecomunicação ganham o poder e rompem limites, influenciando, drasticamente, a criação de novas percepções e transformação de conceitos.
Sob uma ótica evolucionista, tal fenômeno pode parecer um processo naturalmente lógico, considerando que a revolução tecnológica não tenderá a retroceder. Ou seja, tal fato continuará a estabelecer um ritmo cada vez mais frenético de mudanças e transformações globais em aspectos culturais, políticos, econômicos e sociais.
Nesse sentido, Baudrillard (2001) afirma que a sociedade contemporânea é, permanentemente, influenciada pela mídia, em um processo onde o consumo e a tecnologia constroem uma nova realidade, em que o “real” é desnecessário ou irrelevante. As pessoas passam a interagir com as representações criadas como se fossem o “real”, moldando uma realidade própria, acomodando-se à hiper-realidade.
No entanto, essa nova dinâmica de percepções traz, em seu bojo, uma complexidade de fatores potencialmente nocivos às liberdades individuais, com implicações éticas, axiológicas e culturais, de forte impacto no mundo pós-digital.
Para Virilio (1993), o “real” ainda existe, mas é distorcido e afetado pela velocidade das transformações tecnológicas. Em sua visão crítica, julga que a atualização promovida pelas tecnologias de comunicação transforma a realidade em algo instantâneo e global, trazendo, como prejuízo, a redução da profundidade das experiências humanas e uma desconexão física e emocional.
Nesse contexto afetado por inovações tecnológicas, o processo de comunicação é, profundamente, transformado pelo uso de recursos digitais, que passaram a protagonizar o cenário das comunicações em conexões midiáticas de amplo alcance, potencializando ações de manipulação da informação, a criação de realidades paralelas e constantes conflitos semânticos. Daí, surgem as dicotomias do mundo pós-digital: informação e desinformação, verdade e pós-verdade, zumbificação e pensamento reflexivo, fato real e fake news.
Para melhor compreensão dessas dicotomias, é necessário refletir sobre suas características essenciais e como elas transitam no universo midiático das comunicações da sociedade em rede. Sob essa perspectiva, o presente artigo considerou, dentre outras referências teóricas, os seguintes textos: “Desafios da Sociedade da Informação na recuperação e uso de informações em ambientes digitais” (Delfino et al. 2019) e “Enfrentamento à desinformação por meio dos algoritmos: um panorama internacional na literatura científica das possíveis respostas ao problema” (Magela & Silva, 2022).
Dicotomias do Mundo Pós-Digital
INFORMAÇÃO X DESINFORMAÇÃO
Fazendo referência ao conceito tradicional de informação Serra (2007) esclarece que informação é um conhecimento registrado, sob a forma escrita, oral ou audiovisual, sendo resultante do processamento, manipulação e organização de dados, de tal forma que represente uma modificação (quantitativa ou qualitativa) no conhecimento do sistema (humano, animal ou máquina) que a recebe.
Já a desinformação, definida por Wardle e Derakhsham (2017), é um fenômeno formado pela associação de três categorias: desinformação, informação incorreta e má informação. Dentro desse conceito, a desinformação seria o ato de criar e compartilhar informações falsas com a intenção de causar algum dano, podendo refletir consequências das três categorias mencionadas.
VERDADE X PÓS-VERDADE
O dicionário Michaelis – Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa – descreve o vocábulo realidade da seguinte forma: “1 Qualidade ou estado do que é real. 2 O que existe realmente; o que tem existência objetiva, em contraste com o que é imaginário ou fictício; fato real, realidade, realeza” (Michaelis, 2024). Para além das duas definições citadas, o conceito de “verdade” tem sido objeto de debates em diferentes campos do conhecimento, notadamente em ramos das ciências humanas como, por exemplo, a epistemologia. Cada abordagem oferece uma definição que reflete o contexto em que o termo é utilizado.
Nesse sentido, de acordo com a tradução de Dos Santos e Morujão (2013), Kant apresenta as principais concepções da verdade: a verdade lógica e a verdade como adequação.
A verdade lógica diz respeito à lógica geral, onde o entendimento guiado pela lógica concorda consigo mesmo. Essa concordância é validada pela razão. A verdade lógica é a primeira condição de toda a verdade, e é necessária para a estrutura formal do conhecimento.
A verdade como adequação, por sua vez, é o resultado de uma mútua adequação entre o aparato cognitivo e o mundo. Essa adaptação ocorre quando o objeto se submete ao aparato cognitivo do agente, resultando no fenômeno, ou seja, aquilo que se manifesta para nós.
Para Kant (conforme citado em Dos Santos & Morujão, 2013), o entendimento desempenha um papel fundamental na verdade. É o entendimento que coloca a verdade nas coisas, não o objeto em si. A verdade reside no juízo que incide sobre o objeto, enquadrando-o de acordo com nossa forma de apreendê-lo.
De acordo com a página Web da Academia Brasileira de Letras – ABL (ABL, 2024), pós-verdade foi eleita a palavra do ano de 2016, pela equipe do Dicionário Oxford, classificada como um adjetivo que significa “relacionado a ou que indica circunstâncias em que fatos objetivos são menos influentes na formação da opinião pública do que apelos à emoção e à crença pessoal” (Oxford Languages, 2016, tradução nossa).
A desinformação se intensificou no contexto associado ao vocábulo pós-verdade, onde emoções e crenças pessoais superam os fatos objetivos. A era da pós-verdade permite que políticos e organizações manipulem emoções para influenciar decisões políticas e sociais (Havari, 2018).
D’Ancona (2018) destaca que a pós-verdade está intrinsecamente ligada à polarização política e ao apelo emocional, características que alimentam a disseminação de fake news.
ZUMBIFICAÇÃO X PENSAMENTO REFLEXIVO
O termo zumbificação é utilizado para descrever a aceitação passiva de informações sem análise crítica, algo exacerbado pelo volume de conteúdos gerados online:
“ao processo de disseminar e consumir informação falsa ou distorcida sem perceber, devido à ausência de interpretação crítica e checagem de fontes, contribuindo para a infecção generalizada da desinformação na internet.” (Leite e Matos, 2017).
Esse conceito ilustra como a disseminação de informações falsas impacta negativamente a cognição coletiva e a qualidade das decisões sociais.
O processo de zumbificação é caracterizado: pela ausência de interpretação crítica e questionamento da veracidade, origem ou intencionalidade da informação; pela falta de checagem de suas fontes para inferir quanto a sua credibilidade; e pela contribuição para a desinformação ao desencadear o consumo passivo e acrítico de informação, que cria e alimenta um ciclo vicioso de disseminação de informações falsas ou tendenciosas. (Leite & Matos, 2017).
Em contrapartida, o pensamento reflexivo seria o antídoto para a zumbificação causada pela passividade diante da imersão viciante das redes na sociedade digital. O pensamento reflexivo pode ser definido como um processo mental ativo, persistente e cuidadoso, voltado para examinar crenças, conhecimentos e problemas, com vistas à obtenção de uma conclusão fundamentada. É um conceito central na educação, filosofia e ciências cognitivas.
Segundo Dewey (1910), o pensamento reflexivo é caracterizado por um processo ativo e persistente que busca considerar qualquer crença ou manifestação de conhecimento, sempre à luz das razões que a fundamentam e das conclusões a que se aproxima.
O pensamento reflexivo perpassa por duas fases principais: situação de dúvida ou perplexidade, quando surge um problema ou situação que desafia a mente; e a Investigação e resolução, onde o indivíduo busca possíveis explicações, avalia evidências e organiza o conhecimento para alcançar uma solução ou uma compreensão mais profunda (Dewey, 1910).
Principais Características do Pensamento Reflexivo, segundo Dewey (1910):
- Baseia-se em evidências e lógica, em vez de respostas automáticas ou impulsivas.
- Requer autocrítica e avaliação das próprias crenças.
- Promove a tomada de decisão consciente e fundamentada.
FATO REAL X FAKE NEWS
O fato real, ou seja, a realidade, pode assumir diferentes definições, dependendo do campo de conhecimento em que é abordado.
Sob uma perspectiva social, na obra “A Construção Social da Realidade”, Berger e Luckmann (1966) definem a realidade no contexto sociológico, como algo construído socialmente. Para eles, a realidade é formada pelas interações e pelo significado compartilhado entre os indivíduos:
“A realidade é uma construção social, produto das relações humanas e dos sistemas de significados.” (Berger e Luckmann, 1966)
Segundo o artigo “Cidadão Ciberinformado – O que são as fake news e porque nos preocupam?” publicado em 2020, na página Web da empresa Rádio e Televisão de Portugal – RTP (RTP Ensina, 2020), o termo é usado para denominar informações falsas veiculadas, principalmente, nas redes sociais. Há casos de sensacionalismo para atrair acessos a sítios de internet e, assim, ganhar dinheiro com publicidade.
Fake news também são usadas para reforçar um pensamento, por meio de mentiras e da disseminação de intolerâncias, destruindo pessoas, empresas ou afetando instituições democráticas, o que acontece, sobretudo, em períodos eleitorais. Trata-se de desinformação, na forma de mentiras intencionais ou conteúdos não verificados. Opostas a notícias, misturam-se com as mesmas, pondo em causa o debate livre e informativo.
Este problema é agravado pela liberdade na comunicação proporcionada pela internet e pelas redes sociais, que descentraliza a produção e disseminação de informações, dificultando a análise crítica por parte dos usuários.
A abundância de informações e a falta de hierarquia na produção, avaliação e disseminação de conteúdo online criam um ambiente propício para a disseminação da desinformação.
Fake news, impulsionadas pelas mídias sociais, tornaram-se um desafio significativo, com a quantidade de informações falsas online superando, em alguns casos, as informações verdadeiras.
Sob esta ótica, na atual dinâmica de comunicação, estabelecida sob pilares tecnológicos em constante evolução, o interlocutor, a mensagem e o receptor, como tradicionalmente conceituados por Jakobson (1960), já não atuam como atores principais nesse processo. O enfoque agora reside em três outros elementos da comunicação: o canal (por onde a mensagem é transmitida), o código (como a mensagem é dita) e o seu referente (o contexto em que ela é transmitida) Jakobson (1960). Enquanto isso, a reputação e as credenciais do interlocutor, bem como a qualidade e a fidedignidade da mensagem a ser transmitida ficou relegada em segundo plano e, muitas vezes, negligenciada ou até ignorada.
Manipulação Tecnológica – Consumo
A perspectiva econômica e comercial dos meios de comunicação através da história, será aqui ilustrada em dois vídeos, como um breve demonstrativo da evolução da complexidade da prática comercial que produz forte influência pelos meios de comunicação e recursos tecnológicos utilizados. Os vídeos são trechos selecionados de suas respectivas fontes originais, e podem ser consultados na íntegra, por meio dos links indicados.


Em contraste com a realidade de meio século atrás (1958), retratada na cena do filme de Jerry Lewis (trecho do Filme “Bancando a Ama Seca”), segue um trecho de reportagem sobre venda de produtos na Internet:

Manipulação Tecnológica – Ética e Direitos de Imagem
Nesse outro exemplo, o comercial de lançamento de um novo modelo de minivan da Volkswagen em 2023, faz uma simulação de um encontro impossível entre mãe e filha.
A cantora Maria Rita aparece cantando a música “Como os Nossos Pais”, originalmente cantada por sua mãe, Elis Regina, cantora brasileira que morreu em 1982, com 36 anos, quando Maria Rita tinha apenas 4 anos de idade. A música foi composta em 1976 por Belchior, compositor e cantor brasileiro (falecido em 2017). Lançada no Brasil, durante o Regime Militar (1964-1985), sua letra retrata a desilusão de uma juventude reprimida, ao mesmo tempo em que fala de esperança e luta por mudanças.
O comercial dividiu opiniões, e suscitou muitas questões envolvendo ética, direitos autorais e de imagem.
Por esse motivo, atendendo a uma denúncia a respeito do conteúdo do comercial e da sua forma de veiculação, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) abriu um processo para avaliar as questões éticas, com os seguintes destaques: direito de imagem de uma pessoa já falecida; o fato de não ter nenhuma sinalização no comercial de que não se tratava da pessoa real “Elis Regina”, e sim uma simulação, uma recriação de sua imagem por inteligência artificial; os direitos de reprodução da música para outros fins, diferentes daqueles para qual a mesma foi produzida.
O que diria Elis Regina, se estivesse viva, a respeito do uso de sua imagem para fins publicitários?
E Belchior, autorizaria o uso de sua música com cunho político para fins comerciais?
Certamente, a Inteligência Artificial não poderia responder tais questões, de forma fidedigna, verdadeira e legitimamente autêntica.
Nesse contexto de conflito de opiniões, negligência de direitos, manipulação e intencionalidades, o mundo pós-digital vai administrando o caos da desordem triunfante das narrativas e das realidades fabricadas.
Nessa confusão informativa, a desinformação digital deixa sua marca em todo o contorno da problemática ora apresentada, caracterizando-se como uma questão complexa que exige uma abordagem multifacetada. Ou seja, o combate à desinformação digital demanda uma análise de caráter multidisciplinar, que deve envolver governo, educação e tecnologia, a fim de que sejam desenvolvidas medidas educativas que estimulem mudanças comportamentais, e implementada uma legislação robusta, ampliada e adaptável às várias possibilidades tecnológicas (Delfino et al., 2019).
Não obstante a complexidade mencionada, iniciativas e estudos apontam algumas medidas para mitigar essa situação adversa, considerando ações integradas como as mencionadas por Delfino et al. (2019):
- Conscientização do uso da informação digital – Desenvolvimento da competência informacional: A educação para a competência informacional é essencial para formar cidadãos capazes de analisar criticamente a informação online e discernir entre fontes confiáveis e desinformação.
- Alfabetização digital – Inclusão Digital Qualitativa: A inclusão digital deve ir além do acesso à tecnologia, englobando a capacidade de utilizar plataformas digitais de forma crítica e responsável, em benefício próprio e da coletividade.
- Regulamentação do acesso e uso da informação em ambientes digitais: No Brasil, por exemplo, Leis como o Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) buscam garantir o uso responsável da internet e proteger a privacidade dos usuários, contribuindo para o combate à desinformação.
- Investimentos em tecnologias de combate à desinformação: Plataformas online, como o Facebook, investem em inteligência artificial e redes neurais para identificar e combater a disseminação de fake news.
Conclusão
Perceber o impacto transformador das tecnologias digitais na comunicação e na construção de realidades, é essencial para lançar um olhar crítico sob nossas próprias condutas. Nossa situação de vulnerabilidade nessa “desordem informativa” requer a adoção de uma postura crítica e ativa para enfrentar os desafios associados à desinformação e à manipulação midiática. As dicotomias discutidas, como informação versus desinformação e verdade versus pós-verdade, ilustram a complexidade de um cenário onde as fronteiras entre fato e ficção estão constantemente sendo reconfiguradas.
Dessa forma, promover o desenvolvimento da competência informacional associado a uma alfabetização digital crítica emerge como uma solução central. Nesse sentido, a educação deve capacitar os indivíduos a questionar as fontes, verificar informações e compreender os contextos em que os conteúdos são produzidos e disseminados. Isso não apenas fortalece a resiliência contra a desinformação, mas também fomenta o pensamento reflexivo, essencial para a manutenção de uma sociedade informada e democrática.
Além disso, a regulamentação tecnológica e os investimentos em ferramentas de combate à desinformação precisam promover o equilíbrio entre a proteção das liberdades individuais e a privacidade. Iniciativas legislativas, como o Marco Civil da Internet no Brasil e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), iniciaram um caminho regulatório que está longe de chegar ao fim, visto que ainda há muito espaço para avanços nesse seguimento.
Por fim, é crucial lembrar que, em um mundo saturado por mensagens midiáticas e impulsionado pela hiper-realidade, o diálogo humano permanece essencial. Articular estratégias que unam educação, tecnologia e ética pode viabilizar a construção de um ambiente comunicativo mais transparente e inclusivo, onde a verdade e o pensamento crítico possam prosperar frente às ameaças da desinformação.

Nesse sentido reaproximar-se da realidade e da percepção humana da vida passa a ser uma questão de sobrevivência existencial que deve nos levar a responder: “Quem somos nós no mundo: marionetes humanas ou indivíduos de pensamento autônomo e crítico?”
Para refletir sobre o caos informativo da atualidade, deixo como uma metáfora resignificada, o trecho da música “O Tempo não Pára”, do irreverente Cazuza, um poeta, compositor e cantor brasileiro, que faleceu em 1990 (32 anos).
“A sua piscina tá cheia de ratos
(“O Tempo não Pára”. Cazuza, 1988)
Tuas ideias não correspondem aos fatos
O tempo não pára
Eu vejo o futuro repetir o passado
Eu vejo um museu de grandes novidades
O tempo não para”
Após 36 anos de seu lançamento, ao fazer a releitura da mesma música sob o enfoque das dicotomias do mundo pós-digital… parece que ela foi composta hoje.
Se desejar pode conferir a música/letra na íntegra, disponível no Canal do YouTube “Letras Lyrics” pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=883o-dAhkXs
Referências:
Academia Brasileira de Letras – ABL (2024). Nossa Língua. Nova Palavra. Pós-verdade. https://www.academia.org.br/nossa-lingua/nova-palavra/pos-verdade
Baudrillard, J. (2001) Simulacros e Simulação (2ª ed.). Relógio d’Água.
Berger, P. L., & Luckmann, T. (1966). The Social Construction of Reality: A Treatise in the Sociology of Knowledge. Anchor Books.
D’Ancona, M. (2018). Pós-verdade: a nova guerra contra os fatos em tempos de fake news. Faro Editorial.
Delfino, S. S., De Pinho Neto, J. A. S., e De Sousa, M. R. F. (2019). Desafios da sociedade da informação na recuperação e uso de informações em ambientes digitais. RDBCI, 17, e019036. https://doi.org/10.20396/rdbci.v17i0.8655973
Dewey, J. (1910). Como pensamos. Lexington, MA: DC Heath and Company. https://openlibrary.org/books/OL7236952M/How_we_think
Dos Santos, M. P. & Morujão, A. F. (2013). Crítica da Razão Pura, de Immanuel Kant (tradução). (9ª ed). Fundação Calouste Gulbenkian. Disponível em https://archive.org/details/isbn-978-972-31-0623-7-150h/page/314/mode/2up
Harari, Y. N. (2021). 21 lições para o século 21. (2018) São Paulo: Companhia das Letras, 2018. 432 p. https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/8074338/mod_resource/content/3/21-Li%C3%A7%C3%B5es-Para-o-S%C3%A9culo-21-by-Yuval-Noah-Harari.pdf
Jakobson, R. (1960). “Linguistics and Poetics”. In Thomas A. Sebeok (Ed.), Style in Language (pp. 350-377). MIT Press.
Leite, L. R. T. & Matos, J. C. M. (2017) Zumbificação da informação: A desinformação e o caos informacional. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação – v. 13, n. esp. CBBD 2017. https://www.researchgate.net/publication/361573138_Zumbificacao_da_informacao_a_desinformacao_e_o_caos_informacional
Magela, T. & Silva, J. (2022). Enfrentamento a desinformação por meio dos algoritmos: um panorama internacional na literatura científica das possíveis respostas ao problema. Liinc em Revista. 28. 1-26. 10.18617/liinc.v18i2.6057. https://www.researchgate.net/publication/365070075_Enfrentamento_a_desinformacao_por_meio_dos_algoritmos_um_panorama_internacional_na_literatura_cientifica_das_possiveis_respostas_ao_problema
Michaelis (2024). Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa. Acesso em 14 de dezembro de 2024. https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/realidade/
Oxford Languages. Word of the Year 2016 (2016). Oxford University Press. Acesso em 14 de dezembro de 2024. https://languages.oup.com/word-of-the-year/2016/
Ireton & Posetti (Ed.). (2018) Journalism, ‘fake news’ & disinformation: handbook for journalism education and training, module 2. UNESCO, 2018. p. 44 56. [Acesso em 21 maio 2022]. https://unesdoc.unesco.orhttps://digitallibrary.un.org/record/1641987?ln=en&v=pdfg/ark:/48223/pf0000265552.
RTP Ensina. O que são as fake news? 2020. Acesso em 14 de dezembro de 2024. https://ensina.rtp.pt/artigo/o-que-sao-fake-news/
Serra, J. P. (2007). Manual de Teoria da Comunicação. Covilhã: Livros Labcom. https://www.labcom.ubi.pt/ficheiros/20110824-serra_paulo_manual_teoria_comunicacao.pdf
Virilio, P. (1993). A Inércia Polar. D. Quixote.
Wardle, C., & Derakhshan, H. (2017). Information Disorder: Toward an Interdisciplinary Framework for Research and Policy Making. Council of Europe. https://edoc.coe.int/en/media/7495-information-disorder-toward-an-interdisciplinary-framework-for-research-and-policy-making.html



Deixe um comentário